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A Kabblah Uma reflexão sobre o ano novo

Cada ano se abre um portal nos convidando para entrar de livre espontânea vontade, na verdade não é de livre e espontânea vontade, você querendo ou não, acaba que entrando em um ano ’’novo’’, mas, muito implica qual é a forma de entrar nessa nova realidade, entrar apenas por entrar é normal… querer as mesmas coisas de sempre que é a busca incansável por bens, pagar as contas e etc… Esse pensamento é simplesmente o que todo ser anseia normalmente. Não é errado pensar dessa forma, a questão é que esse pensamento é fixo que nem as contas fixas, é consequência de uma vida social cívica.

A corrida pela vida nos faz ter esperança na espera de algo novo, novo carro, novo relacionamento, nova casa, novo ano, nova vida e vários verbos conjugados em novo. Esse ano de 2019 que está prestes a acabar para entrar o ano de 2020. Faz renovar as forças para lutar as velhas e novas batalhas, novas metas, novas estratégias e etc. O emocional das pessoas nessa virada de ano faz agir com esperança que algo de muito especial irá acontecer, mas, não se engane a ilusão dos fogos é meramente visual e nos engana devido ao adormecimento da mente que cansou de tanto lutar durante todo o ano.

O ponto x da questão é a realidade do novo que se renova todos os dias como o sol, assim, como o caos que nunca para, sempre se transforma, e o Sagrado que sabe tudo ao nosso respeito, que somos seres movidos por desejos insaciáveis, pois eles se renova todos os dias, assim como ter sede e fome e vários outros desejos que fazem parte de nossa vivencia nesse mundo das ações até o dia que desprendemos dessa escravidão corpórea.

A luz entra quando estamos dispostos a receber para contemplar que o ano novo, não é ano novo, pois, não há nada de novo debaixo do sol, só acima do sol. A nossa busca incansável pelo desejo de receber é tão natural como levantar da cama para buscar algo além de meramente só receber e doar para satisfazer o seu desejo egoísta. Não é errado viver o velho achando que é novo. O novo é uma ordem contraria de apenas querer bens e pagar contas. O novo é fora dos padrões das ilusões do mundo físico e para receber o novo é preciso buscar o velho que foi perdido e escondido para que em um futuro alguém pudesse receber e decodificar os códigos para estabelecer o novo que foge do padrão usual que é estabelecido pelas leis que nos governa para manter a ordem.

Existe o nascimento para o mundo físico e o nascimento para o mundo espiritual.
Esses nascimentos são para quem está nesse mundo.

DANT IZÀLLAI

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